Medidas de Autoproteção
A Alves & Rasteiro tem uma vasta experiência na elaboração de Medidas de Autoproteção (MAP), contando, no seu portfólio, com a elaboração e implementação de Medidas de Autoproteção em mais de 750 edifícios.
As Medidas de Autoproteção constituem o Plano de Segurança Interno (PSI) e devem ser adaptadas às condições reais de exploração de cada utilização-tipo, e proporcionada à sua categoria de risco, nos termos do RJ – SCIE (Decreto-Lei n.º220/2008, de 12 de novembro alterado e republicado pela Lei nº123/2019 de 18 de outubro) e do RT – SCIE (Portaria n.º1532/2008, de 29 de dezembro).
- O que são?
- Que edifícios e recintos devem estar dotados de Medidas de Autoproteção?
- As Medidas de Autoproteção são iguais em todos os edifícios/recintos?
- Quem pode elaborar as Medidas de Autoproteção?
- A quem devem ser entregues as Medidas de Autoproteção? E quando?
O que são?
Que edifícios e recintos devem estar dotados de Medidas de Autoproteção?
Estabelecimentos prisionais, espaços classificados de acesso restrito das instalações de forças armadas ou de segurança, paióis de munições ou de explosivos, e carreiras de tiro constituem exceções à norma, regendo-se por um quadro legal próprio.
As Medidas de Autoproteção são iguais em todos os edifícios/recintos?
Quem pode elaborar as Medidas de Autoproteção?
Arquitetos, Engenheiros e Engenheiros Técnicos, com inscrição válida em ordem profissional e certificação de especialização válida.
De acordo com o seu art.º 5.º - Norma transitória, até ao prazo máximo de 180 dias (úteis) após a entrada em vigor da presente lei, os profissionais associados das OA, OE e OET, que àquela data não reúnam os requisitos exigidos para a elaboração de projetos de SCIE relativos a edifícios e recintos, continuam a assumir a responsabilidade pela sua conceção, desde que, com a entrega dos projetos de SCIE, comprovem que são associados das respetivas ordens profissionais.
A partir de 15/07/2020 a responsabilidade pela elaboração de projetos de SCIE (nas 2ª, 3ª e 4ª categorias de risco) passa a ser assumida exclusivamente por técnicos inscritos nas ordens profissionais referidas e com certificação de especialidade válida.

